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10/10/2017| Administradores hospitalares procuram soluções para doentes com alta clínica e sem apoio

A fim de estudar e dar relevo a esta problemática, mas também para fomentar ações conjuntas que minimizem o impacto dessas complicações, a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) criou o Barómetro de Internamentos Sociais, um instrumento para a medição periódica deste fenómeno, que conta com o apoio do Ministério da Saúde e o suporte da EY.
A inadequação do período de internamento aumenta o risco de infeções nosocomiais, de malnutrição, de depressão, de quedas e de agravamento dos estados de dependência. O seu impacto na ocupação de camas hospitalares passa a congestionar os serviços de urgência, tendo como consequência a degradação dos cuidados de saúde ao doente. A incapacidade das famílias e a falta de respostas na comunidade têm sido apontadas como as principais razões para o prolongamento dos internamentos. Apesar da relevância do problema, não existem dados quantitativos nacionais sobre o fenómeno de internamentos sociais que permitam atuar sobre o problema.
A primeira iteração do Barómetro ocorreu com sucesso na passada segunda-feira, dia 2 de outubro, envolvendo 88% dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A apresentação dos resultados finais será feita pelo Prof. Doutor Alexandre Lourenço, presidente da APAH, e terá lugar no dia 21 de outubro, aquando da realização da 3.ª Conferência de Valor, em Évora.
Segundo o Prof. Doutor Alexandre Lourenço, “é nosso objetivo fazer o levantamento de dados, reais e criar as condições para que os diferentes setores encontrem, em conjunto, uma solução para o problema, com vista à melhor qualidade de cuidados prestados da forma mais eficiente para o Estado”.
 

Notícia original: http://www.newsfarma.pt/noticias/5787-administradores-hospitalares-procuram-solu%C3%A7%C3%B5es-para-doentes-com-alta-cl%C3%ADnica-e-sem-apoio.html

 

Fonte Texto e Imagem: News Farma

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